A vinda da Família Sommerlatt  para o Brasil e especificamente, para o Vale do Mucuri.



 Conforme o escritor Ave Lellemant, no seu livro, Viagem pelo norte do Brasil, ouviu a triste história destes nossos bravos ancestrais, pelas bocas  de Georg Ehrenfried Otto Sommerlatt  e de seu irmão Reynhold Ferdinad Sommerlatt, com os quais encontrou por duas vezes. A primeira, no meio da floresta, na picada do que seria a estrada Santa Clara ( Primeira estrada de rodagem do Brasil ) quando em viagem para Philadelphia, hoje Teófilo Otoni, e em outra ocasião, no Rio de Janeiro quando vieram procurar ajuda no consulado pelo não comprimento das cláusulas contratuais, pela empresa contratante e muito menos pela Companhia Mucuri, de Teóphilo Benedicto Otôni que havia encomendado os colonos alemães à Firma Schlobach e Morgenstern. 
Então ficaram sabendo que nem Colônia Sarônia e nem a Empresa santa Clara existiam; Talvez em algum momento na cabeça de Teóphilo Benedicto Otoni e dos proprietários da Firma Schlobach e Morgenstern que de forma desonesta envolveu e arrastou pessoas de boa fé para uma enorme tragédia de fome, ataque de feras, de cobras, de índios e epidemias de toda sorte, que foi a colonização do Vale do Mucuri.
Disse o autor que o Sr. Otto Sommerlatt era chamado de sua excelência por Teóphilo Benedicto Otôni  e fez parte de um grupo de imigrantes colonizadores que saíram de Leipizig com contrato detalhado de deveres e direitos para trabalhar em Santa Clara, no Brasil. Ele era filho de um fundidor ( ferreiro ) chamado Christian ( Karl Otto ) Erdmann Sommerlatt. Pegaram um navio em Hamburgo com contrato de trabalho assinado com a Firma Schlobach e Morgenstern, em Leipzig, até então conhecida como honrada e honesta.
O contrato rezava o seguinte: Christian Erdmann Sommerlatt teria uma participação societária numa empresa Madereira e Moinho Santa Clara, na Foz do Rio Mucuri. ( O comércio de madeira era muito atrativo e rentavel na ocasião ).
A Firma contratante “Schlobach e Morgenstern” arcaria com as despesas da travessia do atlântico para toda a família, ou seja, as despesas de viagem, da terra natal Schleudin - Leipzig até o Porto de Hamburgo seria por conta da família.
A Firma contratante “Schlobach e Morgenstern” daria ao Sr. Christian Erdmann Sommerlatt , uma gleba de terras a ser escolhida pelos colonos contratados.
O Sr. Christian Erdmann Sommerlatt,  trabalharia na empresa madereira em Santa Clara, por três anos no mínimo, recebendo um salário de 40 Tálern , escrevendo forty Tálernes, por mês, com direito a um dia livre por semana além dos domingos e dias de festa para cuidar da sua gleba de terra onde ficaria sua família.
O Sr. Christian Erdmann Sommerlatt,  se obriga a executar os trabalhos solicitados e não deixar seu posto, sob pena de pagar multa de 80 Tálern; Pagar o adiantamento da passagem no primeiro semestre de trabalho, no valor de 75 Tálern; Cumprir todas as suas promessas e deveres pontualmente e defender os inteeresses da contratante “Schlobach e Morgenstern”.
No final de três anos, Sr. Christian ( Karl Otto ) Erdmann Sommerlatt receberia o documento definitivo da terra e estaria livre para continuar trabalhando como sócio da Empresa Madeireira ou para desligar-se do trabalho e da sociedade.
Ambas as partes concordam com o acima exposto e firmam esta única via escrita à mão, por seu nome cristão.
Leipzig, 19 de maio de 1856.
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   Schlobach e Morgenstern                                   Christian Erdmann Sommerlatt
Com contrato assinado nos termos que deixava a família Sommerlatt satisfeita e com ótima expectativa de vida nova, venderam os pertences e foram para Hamburgo, onde começaram os problemas; A empresa contratante astutamente, confessou que estava com sérios problemas financeiros e que passaria todos os direitos e obrigações contratuais para a Companhia Mucuri com os seguinte adendo ao contrato:
Devido nossos problemas financeiros, não podemos levar Christian Erdmann Sommerlatt de Schleudin – Leipzig para Santa Clara e por tanto o direcionamos com preferência para a Colônia Sarônia . Nós damos as melhores referências de excelente ferreiro e o Recomendamos ao Sr. Bogt e solicitamos que a conta da Companhia Mucuri seja arcada pela Empresa Santa Clara.
Fica alterada a cláusula da doação de uma gleba de terras, onde, de hora avante a Empresa Santa Clara, decorridos três anos de trabalho, o ferreiro, Sr. Christian Erdmann Sommerlatt está livre para seguir para a Colônia Sarônia, e prometem os Senhores Schlobach e Morgenstern, através da Companhia Mucuri, lhe vender um pedaço de terras de 130 acres a ser pago em até 4 anos e receber os direitos dos outros colonos de acordo com o programa de colonização.
Ambas as partes concordam com o acima exposto e firmam esta alteração do contrato, escrita à mão, por seu nome cristão.
Leipzig, 11 de agosto de 1856.
( Mesma dada do embarque no navio Sophie, sem  tempo para recuar e desistir pois já haviam vendido os bens na cidade natal.)   
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   Schlobach e Morgenstern                                   Christian Erdmann Sommerlatt



Página  357 original, do livro “Viagem pelo Norte do Brasil” de Robert Avé-Lallemant sobre Otto Sommerlatt.
Seine Ereellenz" wie Ottoni ihn so gern bezeichnet und wie er auch den wackern von 357 Tschudi zur Ereellenz macht -- was würde der Doctor Ma-chado sagen wenn er die Verklagungen der Colonisten am Mueuri läse und sich nun vor seiuem Herrn dem Kaiser rechtfertigen sollte? Bei zwei Namen des Kern'schen Berichts für den „cdeln Gründer" muß ich noch eine kleine Anekdote erzählen woraus hervorgeht wie selbst unbescholtene deutsche Firmen in den Mueuri-Schwindel hineingerissen und von der ganzen Geschichte überrumpelt und dupirt worden sind. Diese beiden Namen sind: Neinhold und Otto Sommerlatte die Söhne eines Schmiedcmeistcrs Karl Sommertatte aus Schkcuditz; — die unbescholtene deutsche Firma ist die der achtbaren und geachteten Herren Schlobach und Morgenstern in Leipzig Diese Firma machte mit dem Sommerlatte den folgenden Contra et: „Zwischen Schlobach und Morgenstern in Leipzig Mitbesitzer eines Holz- und Schncidemühlengeschäfts in Sta.-Clara in Brasilien eincstheils nnd dem Schmiedemcister Karl Sommerlatte aus Schkeuditz anderntheils ist heute nachstehender Dienstvertrag verabhandelt und geschlossen worden i „Die Herren E. u. M. engagiren den Schmiedemeister Eommerlatte für ihr Holzgeschäft in Eta.-Clara auf drei Jahre unter folgenden Bedingungen: 1) leisten sie den zur Neberfahrt nöthigen Vorschuß für das Passagegclo von Hamburg aus; 2) versprechen die Herren S. n. M. dem Contrahcnten einen Lohn von 4l) Thlrn. schreibe vierzig Thalern per Monat bei freier Kost und Wohnung; ^>) geben sie an den Schmiedcmeister Sommerlattc ein Stück Land nnd zu dessen Bearbeitung einen freien Werktag außer den Sonn- und Festtagen. Dagegen verpflichtet sich Sommerlatte 1) drei Jahre hintereinander die ihm auferlegten Arbeiten 358 nach Kräften auszuführen und seinen Posten in dieser Zeit bei einer Convcntionalstrafe von 80 Thlrn. nicht zn verlassen; 2) sich den Vorschuß von 75> Thlrn. schreibe fünfnndsiebzig Thalern Passagegeld vom Lohne im ersten Jahre kürzen zu lassen und 3) allen seinen Versprechungen und Verpflichtungen pünktlich nachznkommen und im Interesse der Herren S. u. M. zn handeln. „Nach Ablauf der drei Contraetjahre steht es dem Schmicde-mcister Sommerlatte frei nach der Colonie Saronia zn gehen und versprechen die Herren S. n. M. bei der Mu-cnri-Compagnie dafür zn sorgen daß er von dort ein Stück Land von N>0 sächsischen Ackern verkauft erhält welches er erst in zwei bis vier Jahren zn bezahlen nöthig hat und überhaupt in die Rechte (!) der übrigen Colonisten tritt nach Maßgabe ihrer Programme. „Beide Theile erklären sich mit Obigem einverstanden und bekräftigen dieses durch ihre eigenhändige Namensmuer-schnft Leipzig 19. Mai 1856. (I.. 5v) gez. Schlobach und Morgenstern. Karl Sommerlatte." Nach Vcrbriefung und Versiegelung dieses wnndervollen Contratts gab nun Sommerlatte alles anf nnd zog mit allem was sein war nach Hamburg. Hier machte man folgenden Nachsatz: „Den Inhaber dieses Karl Sommerlatte aus Schkeuditz konuten wir wegen Gcldvcrhältnissen nicht als Arbeiter nach Sta.-(5lara annehmen und haben wir ihn deshalb für die Gesellschaft nach der Colonie Saronia mit Vorschuß cngagirt. Wir können jedoch diesen Sommerlatte als tüchtigen Schmied empfehlen nnd ersuchen den Herrn Vogt ihn wenn es geht 359 für Rechnung der Mnenri-Compagnie mit in Sta-Clara zu behalten. Hamburg 11. August 1856. gez. Schlobach und Morgenstern." Sommerlatte konnte gegen die Brechung des Contracts nichts anfangen und zog mächtig angezogen von der Saronia nach dem Mucnri. Als ich auf dem Wege von Sta.-Clara nach Philadelphia war begegnete mir mitten im Waldo ein Mann mit einem kleinen Ochsenkarren. Ich grüßte ihn — es war Karl Sommerlatte aus Schkenditz. Er war sehr aufgebracht und versprach mir wenn wir uns allein treffen sollten einma! seine Geschichte zu erzählen was er mir im Walde bei flüchtigen! Begegnen und ill Gegellwart des l)>-. Ernesto Ottoni nicht wollte. Später traf ich ihn in Nio und er erzählte mir eben die Geschichte die ans seinem Contract hervorgeht. Er hatte die bitterste Täuschung erlebt. Das „Holz- und Schneidemnhlengeschäft in Sta.-Clara" hat entweder gar nicht eristirt oder eristirte nicht mehr als ich dort war. Ich habe keine Spur davon erlebt. Doch das ging den Eommerlatte nichts mehr an. Dem war die Saronia verheißen. Die Saronia am Mnenri ist eine Namenschwindclei. Vielleicht mögen einige lnstige Sachsen einige 8^>!o!)ncl!^ wie Ottoni im „l!o!'!><>io M'i'^mli!" die ihm von Schlobach lind Morgenstern cngagirten Eolonisten nennt einmal solche Landsmannschaft Saronia im Sinne gehabt haben; aber über solchen fröhlichen Schwank ist das Ding nie hinansge-gangen; es ist ein Seitcnstück zum „Holz- und Schneidemühlengeschäft in Sta.-Clara". Der Schmiedcmeistcr hatte ttnn lange vergebens nach dieser wundervollen Saronia ge-sncht und war zuletzt desperat geworden in welcher Despera- 360 lion er nach Nio ging um dort consularische Hülfe zu suchen die er ebenso wenig gefunden haben wird wie die Schneidemühle und die Saronia. Die Söhne aber suchte man für die Kern'sche Ergedenheitsadrcsse zn gewinnen;

Texto traduzido:

Sua Excelência", como Ottoni gosta tanto de chamá-lo e como ele também transforma o bravo Tschudi de 357 em Excelência — o que diria o doutor Machado se lesse as queixas dos colonos no Mucuri e agora tivesse de se justificar perante seu senhor, o Imperador? Sobre dois nomes do relatório de Kern para o “nobre fundador”, ainda preciso contar uma pequena anedota, da qual se vê como até firmas alemãs irrepreensíveis foram arrastadas para o golpe do Mucuri e surpreendidas e enganadas por toda a história. Esses dois nomes são: Reinhold e Otto Sommerlatte, os filhos de um mestre ferreiro, Karl Sommerlatte, de Schkeuditz; — a firma alemã irrepreensível é a dos respeitáveis e estimados senhores Schlobach e Morgenstern, em Leipzig. Essa firma fez com Sommerlatte o seguinte contrato:

“Entre Schlobach e Morgenstern, em Leipzig, coproprietários de um negócio de madeira e serraria em Sta.-Clara, no Brasil, de um lado, e o mestre ferreiro Karl Sommerlatte, de Schkeuditz, do outro, foi hoje negociado e concluído o seguinte contrato de serviço:

“Os senhores E. e M. contratam o mestre ferreiro Sommerlatte para seu negócio de madeira em Sta.-Clara por três anos, sob as seguintes condições: 1) concedem o adiantamento necessário para a travessia, referente ao custo da passagem a partir de Hamburgo; 2) prometem ao contratante um salário de 40 táleres (quarenta táleres) por mês, com alimentação e moradia gratuitas; 3) concedem ao mestre ferreiro Sommerlatte um pedaço de terra e, para seu cultivo, um dia de trabalho livre, além dos domingos e feriados. Em contrapartida, Sommerlatte compromete-se: 1) a executar, durante três anos consecutivos, os trabalhos que lhe forem atribuídos, conforme suas forças, e a não abandonar seu posto nesse período, sob pena convencional de 80 táleres; 2) a permitir o desconto do adiantamento de 75 táleres (setenta e cinco táleres) da passagem em seu salário no primeiro ano; e 3) a cumprir pontualmente todas as suas promessas e obrigações e agir no interesse dos senhores S. e M.

“Após o término dos três anos de contrato, o mestre ferreiro Sommerlatte terá liberdade para ir para a colônia Saronia, e os senhores S. e M. prometem, junto à Companhia do Mucuri, providenciar para que ele possa adquirir ali um lote de 100 acres saxões, cujo pagamento só será necessário em dois a quatro anos, e, em geral, ingressará nos direitos (!) dos demais colonos conforme seus programas.

“Ambas as partes declaram concordar com o acima exposto e confirmam isso com suas assinaturas de próprio punho. Leipzig, 19 de maio de 1856. (I.. 5v) assinado: Schlobach e Morgenstern. Karl Sommerlatte.”

Após a formalização e selagem desse maravilhoso contrato, Sommerlatte abandonou tudo e partiu com tudo o que possuía para Hamburgo. Lá se acrescentou o seguinte adendo:

“Não pudemos aceitar o portador deste, Karl Sommerlatte, de Schkeuditz, como trabalhador para Sta.-Clara devido a questões financeiras, e por isso o contratamos, com adiantamento, para a companhia na colônia Saronia. No entanto, podemos recomendar este Sommerlatte como um ferreiro competente e pedimos ao senhor Vogt que, se possível, o mantenha em Sta.-Clara por conta da Companhia do Mucuri. Hamburgo, 11 de agosto de 1856. assinado: Schlobach e Morgenstern.”

Sommerlatte nada pôde fazer contra a quebra do contrato e, fortemente atraído por Saronia, dirigiu-se ao Mucuri. Quando eu estava a caminho de Sta.-Clara para Filadélfia, encontrei, no meio da floresta, um homem com uma pequena carroça de bois. Eu o cumprimentei — era Karl Sommerlatte, de Schkeuditz. Ele estava muito indignado e prometeu me contar sua história em outra ocasião, quando estivéssemos a sós, o que não quis fazer naquele encontro apressado na floresta e na presença do dr. Ernesto Ottoni. Mais tarde, encontrei-o no Rio, e ele me contou exatamente a história que se depreende de seu contrato. Ele havia sofrido a mais amarga decepção. O “negócio de madeira e serraria em Sta.-Clara” ou nunca existiu, ou já não existia quando estive lá. Não encontrei nenhum vestígio disso. Mas isso já não dizia respeito a Sommerlatte. A ele fora prometida Saronia. A Saronia no Mucuri é uma fraude nominal. Talvez alguns alegres saxões, alguns “companheiros” como Ottoni chama os colonos contratados por Schlobach e Morgenstern, no “corpo migrante”, tenham um dia imaginado tal comunidade chamada Saronia; mas isso nunca passou de uma brincadeira, um paralelo ao “negócio de madeira e serraria em Sta.-Clara”. O mestre ferreiro procurou em vão por essa maravilhosa Saronia e acabou desesperado, e nesse desespero foi ao Rio buscar ajuda consular, a qual provavelmente encontrou tão pouco quanto a serraria e a Saronia. Quanto aos filhos, procurava-se recrutá-los para o endereço de homenagem de Kern;

10 Responses so far.

  1. Ludimira Collares says:

    Olá, meu nome é Ludimira e meu pai é de Teófilo Otoni, descendente de Sommerlatt também. Moro em BH.
    Fiquei muito contente com o seu blog, pois há muito tempo pesquiso, procurando informações, mas no máximo eu sabia que tinham vindo em 1856 através da "Schlobach e Morgenstern". Mas não tinha noção de nomes e nada.
    Será que você tem um e-mail pelo qual pudéssemos trocar mais informações?
    Será que o Otto ou seu irmão são meus antepassados?
    Muito obrigada! Abraço.

  2. Jorge Edim says:

    Olá Ludimira,

    Meu E-mail é : jorge.fatorial@gmail.com

    Gostaria que me mandasse o seu E-mail para que eu possa convida-la a membro do site da nossa árvore genealógica. Você pode acessa-lo clicando no Link " Nossa árvore genealógica" no topo desta página.

    Você terá acesso aos nomes das pessoas que já morreram até que seja convidada a membro, e aí você acessará todas as informações.

    Este é o Link do perfil de "Otto" : http://www.myheritage.com.br/person-1000098_151531791_151531791/georg-ehrenfried-otto-sommerlatt

    Eu também moro em BH e será um prazer trocar informações com você.

    Atenciosamente

    Jorge Edim

  3. Raquel Nunes says:

    Olá, não sei se essa mensagem será vista, já que o texto foi postado a muito tempo, mas também descendo da familia Sommerlatt, porém a minha parte da família, a que conheci vive em Nanuque. Também são Neumann.
    Você poderia me incluir no grupo de pessoas que podem ver a arvore genealogica? O bisavô do meu pai e seu tataravô também se chamavam Otto. Acho que poderia ter mais informações sobre eles, quem sabe não é?
    o email é falakeka@gmail.com

  4. Natália R. Salomão says:

    Olá, Jorge! Tudo bem?

    Estou pesquisando minha árvore, pois sou descendente da família Sommerlatte.
    Sou bisneta de Ivone Dantas (que está viva), filha de Manuel Dantas com Rosina Sommerlatte (filha de Reynhold Ferdinad Sommerlatt, citado em seu texto). Podemos trocar mais informações?

    Meu e-mail é: nataliasalomao@yahoo.com.br.

    Obrigada!

  5. Poliana says:

    Oi Natália, tudo bem? Vi a sua mensagem que faz referência à família Dantas, que também é da família de meu marido, assim como o Sommerlatt. Quem sabe consigamos entender um pouco mais da história dos antepassados.
    Vou te mandar um e-mail, espero que possa responde

  6. Daniel Somerlate says:

    Boa noite! Gostei bastante do texto e de conhecer mais a história dos meus antepassados.

    Deixo meu e-mail abaixo para que possamos dialogar sobre nossa árvore genealógica:
    dansomerlate@gmail.com

  7. Anônimo says:

    Nao sou da familia Sommerlatt mas tenho interesse de saber como foi encontrado o contrato com Schlobach e o chefe de familia Sommerlatt. E um documento que a familia preservou no tempo ou foi encontrado em algum portal ou arquivo publico?
    Faz muito tempo que procuro pelo contrato que levou meus antepassados a Teofilo Otoni no mesmo periodo.
    Desde ja obrigada pela atençao

  8. Jorge Edim says:

    Página 357 original, do livro “Viagem pelo Norte do Brasil” de Robert Avé-Lallemant sobre Otto Sommerlatt.

  9. Jorge Edim says:

    Veja o texto traduzido no final do post.

  10. Anônimo says:

    Obrigada pela informaçao. Li a parte do livro traduzido que fala da viagem a Minas Gerais. Agora lendo a versao original em alemao encontrei o contrato que se encontra no epilogo do livro. Seguirei com as buscas.

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