| Vídeo: Click em Ler mais... depois na imagem. |
Bora falar de dinheiro! Falar
das atitudes que fazem diferença na nossa vida financeira.
continuando o passo a passo do
planejamento financeiro, e quem não assistiu a última postagem, o link está na
discrição do canal.
O próximo passo é fazer uma
lista ou uma planilha escrevendo todos os seus bens, que são os seus “ativos”,
todas as suas obrigações que são seus passivos, suas fontes de renda, inclusive
as atividades alternativas que você já exerce ou que pode vir a exercer para
garantir uma renda extra e todas as suas despesas com os respectivos valores.
Ativos ou patrimônio e seus valores.
Conta Corrente, Poupança, Títulos públicos, Títulos privados, Fundos de
investimento, Previdência Privada, Empréstimos a receber, Automóveis, Imóveis,
FGTS
TOTAL DE ATIVOS
Obrigações ou passivos e seus valores.
Obrigações, Contas a pagar, Cheque especial, Cheques pré-datados, Cartões
de crédito, Prestações/Crediário, Impostos a pagar, Empréstimos, Financiamento
do Automóvel, Financiamento do Imóvel, Prêmios de Seguro.
TOTAL DE PASSIVOS
Patrimônio Líquido = Total
de ativos – Total de passivos
Resultado positivo indica riqueza, se for negativo exige contenção de
despesas urgentemente.
Planilha “Orçamento familiar anual. A minha
Mostrar outras planilhas “Na internet tem as gratuitas e as pagas”.
Agora sim. Sabendo das rendas,
da necessidade de proteção e das características de cada faixa etária, estamos
prontos para definir onde gastar e guardar nosso dinheiro
Mostrar as duas planilhas.
Receitas mensais e seus valores
Trabalho, Comércio, Bico, 13º salário, Férias, Bônos, extra
Total das receitas = ?
Despesas
Conceito do dinheiro carimbado
ou dos vales compras.
Carimbar o dinheiro é
determinar o valor destinado a cada coisa, para quem tem dificuldade de se
controlar, imagine fazer vales, como se fosse cheques com valores de cada
compra e para cada pagamento de todas as suas obrigações, desejos e sonhos
definidos neste planejamento e os separe em envelopes, caixas ou cofres
diferentes para não os misturar.
Sempre que quiser comprar, vá
nas gavetas das metas e veja se tem vale para aquela despesa. Se não tiver, não
tem que comprar, se tiver, respeite o valor que foi planejado.
E a proteção do patrimônio?
Quem já fez algum seguro?
Quando você compra um carro, a
primeira coisa que pensa é no seguro. Não é? Então pense seriamente em proteger
seu patrimônio, seja do carro, da casa e da saúde. Afinal, planejar significa
considerar todas as possibilidades, inclusive as fatalidades indesejadas.
A recomendação conservadora é
proteger todo o patrimônio, mas cada pessoa tem um nível de tolerância ao
risco. O problema é saber quando está usando o receio de gastar o dinheiro com
seguro, fantasiado de tolerante a risco.
E o que é esta tolerância a
risco? É a capacidade de se manter tranquilo diante da possibilidade de um
resultado diferente do que deseja e até de perder seu patrimônio.
Olhe lá! Se for se estressar,
lembre-se que o estresse pode te adoecer, pode te deprimir e pode diminuir sua
capacidade de produzir, enfim, o prejuízo pode ser maior que o preço do seguro.
Você gasta mais do que ganha,
tudo que ganha, ou menos do que ganha?
Se gasta mais, está consumindo
o patrimônio ou fazendo dívida. Se estiver fazendo dívida, seu caminho errado é
curto porque o crédito acaba.
Se está consumindo o
patrimônio ou gasta tudo que ganha é mais perigoso porque assim como a gente
ajusta a execução do trabalho ao tempo que temos, ajustamos também as despesas
à disponibilidade de dinheiro que temos, aumentando o padrão de vida e ancorando
nossas despesas a níveis muitas vezes insustentáveis. E Quando tiver que
encarar a realidade lá no futuro, sem dim dim a queda é grande demais e provoca
muita dor.
É muito mais fácil evitar do
que remediar.
Ah! Quer melhor? Vai para os programas no computador e aplicativos no
tablet e celular.
Serafin, Vista, iDinheiro, Mobilis
e outros de vários preços.
Nesta hora é comum que algumas pessoas digam:
Ah ! Mais eu não tenho dinheiro. E daí? Mais um motivo para
fazer um bom planejamento. O dinheiro e os bons rendimentos serão consequências
desta iniciativa.
Ah ! Eu já sou muito controlada com meu dinheiro. E o que
você está fazendo com o que sobra? Está aplicando de maneira correta?
Equilibrando o rendimento com a liquidez de cada parcela a ser gasta nos
diversos eventos do futuro?
Ah ! Mais eu não tenho tempo. Será? E se você adoecer?
Também não vai ter tempo de se tratar não?
Cuidado para você não está sob o efeito de algum viés
comportamental te sabotando.
Há bastante tempo, eu criei uma
teoria que chamei da teoria da metade, notei que em todas as faixas salariais
havia um pequeno número de pessoas que viviam controladamente e com dignidade, muitas
pessoas que viviam na corda bamba e o restante que viviam chafurdados em
dívidas. E parecia que quanto maior o salário, maior era o número de endividados.
Aí eu pensei; ora! Se em todas as faixas de renda existia pessoas que conseguia
administrar o salário para ter uma vida digna. Eu, que até então não tinha
nada, resolvi viver com apenas a metade do que viesse a ganhar e comecei a
investir 50% de toda minha renda. Deu certo demais e graças a Deus não me
lembro de nenhum sofrimento severo que me traga arrependimento.
Hoje, 50 anos depois, estou aqui
falando de planejamento financeiro balizado no polimento deste meio século de
evolução socioeconômica vertiginosa. O interessante é que não mudou muita coisa,
só a porcentagem a ser investida, que é menor, devido a disponibilidade
entretenimentos e de artigos que nos proporcionam conforto. Porém, esta
diferença na parcela que sobra para investir pode ser compensada com a
inteligência financeira e comportamental.
E para quem acha que planejamento financeir0 é coisa de
gente pão-duro, fica a reflexão:
Quem não zela e não valoriza
o que tem não merece ter.
Namastê! E até o próximo encontro.
